Quando se fala em cirurgia plástica, grande parte da conversa costuma girar em torno da técnica cirúrgica.
Mas a anestesia também faz parte diretamente da segurança do procedimento.
O planejamento anestésico leva em consideração diferentes fatores, entre eles o histórico clínico do paciente, medicamentos utilizados, duração prevista da cirurgia e características do procedimento.
Por isso, informações sobre doenças anteriores, alergias e uso de medicamentos não devem ser omitidas.
Em determinadas cirurgias, a participação do médico anestesiologista permite acompanhar continuamente funções importantes do organismo durante a operação.
Pressão arterial, oxigenação, frequência cardíaca e outros parâmetros podem ser monitorados ao longo do procedimento.
Para Dr. Paulo Germano, Cirurgião Plástico em Goiânia, cirurgia e anestesia não devem ser vistas como etapas independentes. Ambas fazem parte de um planejamento que precisa ser construído de acordo com o paciente e com o porte da operação.
O tempo cirúrgico também deve ser considerado.
Cirurgias extensas ou associações de procedimentos precisam ser avaliadas cuidadosamente porque aumentam a complexidade de todo o período em centro cirúrgico.
Isso não significa que procedimentos longos sejam necessariamente inadequados.
Significa que o planejamento precisa considerar todas as variáveis envolvidas.
Antes de uma cirurgia, é importante que o paciente esclareça suas dúvidas sobre o tipo de anestesia planejado e informe corretamente seu histórico médico.
Uma operação segura depende de uma equipe trabalhando de forma integrada.
E a anestesia é parte essencial dessa estrutura.




